O farmacêutico clínico é um dos profissionais mais importantes da área da saúde. Ele acompanha e avalia pacientes com as mais diversas patologias e comorbidades, verificando a evolução e o uso responsável dos medicamentos. Dessa forma, é importante entender o que esse profissional faz na prática, para que, assim, os pacientes se sintam mais seguros e confortáveis com ele.

A atuação do farmacêutico é embasada na Resolução n.º 585 de 2013, emitida pelo Conselho Federal de Farmácia. Tal resolução regulamenta as atribuições do farmacêutico no que tange ao atendimento clínico e dá outras providências a respeito da profissão. Leia o post até o final e fique por dentro de tudo de que precisa saber sobre farmácia clínica e a atuação do farmacêutico clínico. Acompanhe!

O que é a farmácia clínica?

A farmácia clínica é um segmento da saúde que possui uma atuação voltada ao uso correto e adequado da administração dos mais variados tipos de medicamentos. Essa área é muito importante para os pacientes em geral, pois ajuda no uso responsável de medicamentos, fazendo com que diversas situações de negligência sejam evitadas pelos pacientes.

O que é o farmacêutico clínico?

O farmacêutico clínico é o profissional que atua dentro do segmento da farmácia clínica. Ele pode ter uma atuação prática muito abrangente, podendo atuar em hospitais, ambulatórios, domicílios, farmácias, entre outros locais.

Além disso, o farmacêutico clínico realiza diversas atividades relacionadas ao cuidado com a saúde dos pacientes, sendo esse cuidado coletivo ou individualizado. Ele também possui conhecimentos para atuar passando informações de saúde para as pessoas, seja através de meios de comunicação ou projetos voltados à educação.

Por fim, o farmacêutico clínico também pode atuar isolada ou simultaneamente com a gestão da prática, produção e até mesmo aplicação de conhecimento. Isso significa que ele pode intervir e atuar com a gestão da saúde dos pacientes, verificando a conciliação medicamentosa, acompanhando a administração dos medicamentos e fazendo consultas farmacêuticas.

Como o profissional atua?

O profissional da área de farmácia clínica atua em diversas vertentes. Porém, os segmentos de atuação que mais se destacam estão voltados ao cuidado com os pacientes e ao uso racional de medicamentos. 

Dentro disso, podemos citar, por exemplo, a revisão de medicamentos, que é a atividade que o farmacêutico clínico faz, analisando os medicamentos administrados pelos pacientes e melhorando o uso e a adaptação ao tratamento que estão fazendo junto ao médico responsável.

Outra atividade específica conduzida pelo farmacêutico clínico é a orientação aos pacientes. Essa orientação é voltada à saúde e à prescrição medicamentosa, de modo que o profissional atua fazendo uma avaliação dos sintomas do indivíduo e analisando a aplicação de medicamentos. É importante frisar que os medicamentos indicados pelo farmacêutico clínico devem ser isentos de prescrição médica.

Em último lugar, mas não menos importante do que as demais atividades realizadas pelo farmacêutico clínico, podemos citar o rastreamento em saúde. O profissional está apto para fazer testes rápidos, como teste de aferição de pressão arterial, testes de glicemia, entre outros.

Veja ainda: Conheça todas as funções do farmacêutico em uma farmácia

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Saiba mais: O que você precisa saber antes de comprar medicamentos na farmácia

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20 min por dia já contam: como sair do sedentarismo sem drama (e sem depender de motivação)

Tem um mito que atrapalha muita gente: achar que, pra “valer”, o treino precisa ser longo, perfeito e digno de foto. Na vida real, o que muda jogo é o oposto: consistência pequena, repetida.

20 minutinhos por dia já contam, sim. Não é “pouco”. É o começo que tira você do zero, e o zero é onde o sedentarismo costuma morar: na falta de frequência.

E tem um jeito bem prático de pensar nisso: se você faz 20 minutos por dia, em 7 dias você chega perto de 140 minutos na semana. As recomendações internacionais da OMS (2020) sugerem, para adultos, pelo menos 150 minutos semanais de atividade moderada (ou equivalente). Ou seja: 20 min/dia já coloca você muito perto do que é considerado uma base saudável e, principalmente, cria o hábito.

“Mas 20 minutos mudam alguma coisa?”

Mudam porque 20 minutos resolvem o maior obstáculo: o começo.

Quando você entra numa rotina, mesmo pequena, você começa a sentir efeitos que alimentam o ciclo do bem:

  • mais disposição no dia a dia

  • melhora gradual de condicionamento

  • sensação de “eu tô cuidando de mim” (que reduz a autossabotagem)

  • mais qualidade de sono e menos ansiedade no curto prazo (isso é citado em materiais de órgãos de saúde como CDC e também em comunicados da OMS sobre benefícios mentais da atividade física)

E aqui vale um lembrete honesto: não é sobre virar atleta. É sobre parar de negociar com a própria saúde todos os dias.

O que é “sair do sedentarismo”, na prática?

Sair do sedentarismo não precisa ser uma virada radical. Em geral, significa sair da inatividade e começar a acumular minutos de movimento ao longo da semana, com um mínimo de regularidade.

Você não precisa de uma academia perfeita, nem de um treino “ideal”. Você precisa de:

  1. um plano simples

  2. um treino que caiba na sua rotina

  3. repetição

E é por isso que 20 minutos funcionam tão bem: é pequeno o suficiente pra você não desistir antes de começar.

O melhor treino é o que você faz (mesmo quando o dia tá cheio)

Se você já tentou “começar segunda-feira” e falhou, talvez o problema não seja você — é a estratégia.

Em vez de pensar “preciso de 1 hora”, pense assim:

  • 20 min em casa

  • sem deslocamento

  • sem desculpa logística

Esse é o tipo de treino que sobrevive à vida real.

Como transformar 20 minutos em resultado (sem exagero)

A fórmula é simples:

1) Escolha um objetivo por ciclo (2 a 4 semanas)

  • começar a suar e ganhar fôlego

  • fortalecer pernas e core

  • mobilidade pra reduzir travas/dor

  • aliviar tensão e estresse

Objetivo claro evita o erro clássico: fazer “qualquer coisa” e perder a motivação porque não sente evolução.

2) Combine 2 tipos de estímulo na semana

  • Dias de cardio leve/moderado (caminhada acelerada, treino mais dinâmico)

  • Dias de força (exercícios com peso do corpo, resistência)

A OMS recomenda também fortalecimento muscular em 2 ou mais dias por semana (OMS, 2020). E aqui, de novo: não precisa ser complexo. Precisa ser constante.

3) Tenha um “plano B” pronto

O plano B é o treino de 20 minutos.
Sem ele, você vira refém do “hoje não dá”.

Checklist rápido: 7 decisões que facilitam a consistência

  • Eu tenho um horário provável (mesmo que flexível)

  • Eu tenho um treino pronto pra abrir e fazer

  • Eu aceito que 20 min é suficiente por hoje

  • Eu escolho roupa/tênis antes (reduz atrito)

  • Eu deixo água por perto

  • Eu decido o treino antes da fome/cansaço bater

  • Eu registro (nem que seja um ✅ no calendário)

Consistência é menos motivação e mais atrito baixo.

Erros comuns (que fazem a pessoa parar na semana 2)

  1. Querer compensar tudo no primeiro dia
    Começa forte demais, dói demais, desanima. Resultado: pausa.

  2. Achar que “só 20 min” não vale
    Vale. O que não vale é fazer nada esperando o “dia perfeito”.

  3. Treinar sem plano nenhum
    Sem objetivo e sem progressão, o cérebro não vê evolução — e perde o motivo.

  4. Depender de energia e motivação
    Motivação é ótima, mas é instável. Rotina é o que sustenta.

Onde a Clude entra: treinos que cabem na rotina

Nos materiais do projeto, a solução de Nutrição e Treinos da Clude menciona programas de treinos com vídeos explicativos e uma biblioteca ampla de treinos domiciliares (descritos como “centenas”). Ou seja: você não precisa inventar treino — você só precisa abrir e fazer.

Se a sua meta é parar de “ficar começando”, a jogada é essa:

  • 20 minutos

  • um treino guiado

  • frequência

Comece hoje com 20 minutos

Se você está esperando “ter tempo”, eu te digo a verdade: tempo a gente não acha — a gente decide.

Escolha um treino de 20 minutos, faça hoje, e repita amanhã.
O resultado mais importante do primeiro treino não é calorias: é você provar pra si mesmo que dá pra manter.

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